terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Os Marias

Em 2010 a Cia da Capital teve o orgulho de levar dois espetáculos ao Festival de Curitiba; "Os Marias" e "Estou indo embora...". Infelizmente foram as ultimas apresentações destes espetáculos.
No caso de "Os Marias", foram as únicas 4 apresentações. Desta momento tão efêmero o que está preservado é o Texto - e por isso sabemos que em breve retomaremos este projeto - e estas poucas fotos que publico novamente aqui.

Elenco:

Marcia Aicram
Fernando Fintelmann
Marcela Jorge
Ritcheli Santana

Ficha Técnica:

Cenário: Reynaldo Barreto Lisboa
Cenotécnica: Lúcia Reis
Figurinos: Lúcia Reis
Prepararação Corporal: Ritcheli Santana
Produção: A Cia.
Texto e Direção: Reynaldo Barreto Lisboa

 Fernando Fintelmann e Marcia Aicram
 Marcia Aicram
 Ritcheli Santana e Fernando Fintelmann
 Fernando Fintelmann e Ritcheli Santana
 Ritcehli Santana e Marcela Jorge
 Marcia Aicram e Fernando Fintelmann
 Ritcheli Santana
Marcela Jorge

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Que Venha o Décimo!!!

Depois de 16 dias chegou ao fim, no ultimo dia 30, o IX Festival Nacional de Teatro de  Duque de Caxias. A exemplo da edição passada, tivemos a presença fantástica do público caxiense. Agradecemos a todos os participantes; grupos, público, equipe de apoio, e a todo CPTDC. Veja abaixo os espetáculos premiados nas categorias adulto e infantil:

Categoria Infantil:

  • Melhor Espetáculo - "Cabeça de Vento" - Pandorga Cia. de Teatro - Tijuca - RJ.
  • 2° Melhor Espetáculo - "Os Contadores" - Cia. Theatrum - Ramos - RJ
  • 3° Melhor Espetáculo - "História de Prelência" - 7 Phocus Cia. de Teatro - Santa Cruz - RJ
Categoria Adulto:

  • Melhor Espetáculo - "Pé na Curva" - Cia de  2 - S. José dos Campos - SP.
  • 2° Melhor Espetáculo - "Cordel do Amor Sem Fim" - A4 Cia de Teatro - Barra da Tijuca - RJ
  • 3° Melhor Espetáculo - "A Vida Como Ela Foi" - TOC Teatro Obsessivo Compulsivo - Juíz de Fora - MG
QUE VENHA O DÉCIMO!!!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

IX Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias começa hoje, 14/09.

Nets sexta, 14/09, começaremos a acompanhar as emoções do IX Festival de Teatro de Duque de Caxias.
Daremos boas vindas e nossos aplausos a trabalhos adultos e infantis vindos de Góias, Ceará, São Paulo, Minas Gerais, além dos trabalhos selecionados de várias cidades e bairros do nosso Estado. A seleção foi feita após a análise de mais de 80 trabalhos inscritos. A pesquisa dramaturgica foi o aspécto predominante dentre as propostas dos grupos. Influências do Absurdo de Samuel Beckett; do Realismo Fantástico de Lorca; do devaneio do Louco de Gógól; da Literatura de Graciliano Ramos e Saramago; dos Conovaccio da Commedia Dell'arte; homenagens a Nélson e sua trágica carioquice e os delírios do cavaleiro de Cervantes. Acrescente-se a este conteúdo um ingediente sempre presente e necessário; o regionalismo brasileiro. Além das experiências dramaturgicas, esperamos nos surpreender com algumas experimentações estéticas. Este é o perfil desta edição do Festival que já começa a contagem regressiva para a comemoração de seus 10 anos com a pretenção de se tornar internacional.
Consulte a programação em cptdc.org.br

domingo, 18 de setembro de 2011

VIII Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias.

Começou no dia 09 de setembro de 2o11 a oitava edição do Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias. Foram mais de 100 inscrições de vários estados brasileiros. 35 trabalhos foram selecionados. Nesta edição estão representados os estados do Mato Grosso do Sul, SãoPaulo, Minas Gerais, Espírito Santo e claro, Rio de Janeiro. Além das diversas propostas e experimentações estéticas, teremos obras importantes da literatura dramática ocidental. Para citar algumas: Yerma, de Federico Garcia Lorca; Álbum de Família, de Nélson Rodrigues; "S" Fragmentos de textos de Tchekov, O Burgês Ridículo, de Molliere e Apareceu a Margarida, de Roberto Athaíde. Novos autores também marcam presença no evento. Até hoje, no décimo dia do Festival, o diagnóstico tem sido muito favorável. Mais que premiar e ainda que de forma modesta qualificar os espetáculos, o evento tem cumprido o seu maior objetivo que é o de promover e o de possibilitar o acesso do público em geral a esta linguagem e suas diversas formas. Mais uma vez o CPTDC e seu diretor Guedes Ferraz estão de parabéns. Vem aí a última semana que, por esta primeira, já nos apresenta um fechamento de sucesso. A premiação seráno dia 25/09.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A Ferrovia Que Cortava a Cidade.


Cartaz da peça criado pela agência Bunker.
Release:
Quando as nossas mentiras se transformam em nossas verdades as consequências podem ser irreversíveis. Duas irmãs marcadas por um trauma na infância descobrem que suas lembranças atormentam, perturbam e aprisionam, mas também descobrem, nestas mesmas lembranças, a possibilidade de se libertarem.
Aline Garcia e Marcia Aicram.
Sobre o texto:
Até que ponto o medo e as incertezas plantadas em nossas vidas desde a infância podem interferir em nosso futuro e influenciar a formação do nosso caráter, da nossa personalidade? Partindo deste questionamento o autor nos apresenta duas personagens que, sob uma lente aumentada, vivem enclausuradas fisicamente e psicologicamente, uma por consequência e a outra por opção. A Ferrovia que Cortava a Cidade, de Reynaldo Barreto Lisboa, é um texto que passeia por gêneros dramáticos como o expressionismo, o absurdo e também apresenta fortes características do realismo poético. O autor mescla alguns elementos em uma abordagem psicológica, poética e simbolista, alterando sensivelmente a narrativa clássica - já que o fim é uma sugestão para o recomeço - para contar a história de duas irmãs que sofrem um trauma na infância; o que desencadeia uma avalanche de mentiras com o único objetivo de conter as lembranças do passado. Medo, mentira, amizade e amor são os ingredientes que vão gerar os conflitos da trama que se passa em uma melancólica cidadezinha cortada por uma ferrovia.

Elenco:


Aline Garcia e Marcia Aicram

Ficha Técnica:
Cenário: Reynaldo Barreto Lisboa; Cenotécnica: Aline Garcia; Figurinos: Lúcia Reis; Iluminação: Reynaldo Barreto Lisboa; Músicas: Joel Bezerra;
Projeto Gráfico e Marketing: Marcelo Monteiro -  Agência Bunker              
Texto e Direção: Reynaldo Barreto Lisboa.